Na morte da Paz
O que houve com nossa paz?
Faltando assim cansa não traz,
Imagem minha de ser capaz,
Em tornar-me nobre e audaz.
Vejo a bela flor sem cor,
E o sol que brilha sem calor,
Será à vida que sempre pouca,
Tão louca, me deixou dormindo de toca.
Órfão da própria morte que não me quis,
Por ver partir o momento no tempo fiz,
Verso que hoje se faz pra um agora feliz.
E a tranqüila vida torna-se incapaz,
De resolve os problemas de mais um bom rapaz.
Sigo então morrendo com a falta que você faz.
Kiko Pardini Kiko Pardini (discussão) 06h44min de 24 de julho de 2011 (UTC)
domingo, 24 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Viver de Verdade
Viver de verdade.
O calor que aperta expande,
No momento da felicidade,
A fuga da ingenuidade,
Em gemidos sem vaidade.
Dá noite à rimar sem a irmandade,
O segredo da eterna passividade,
Que o tempo com capacidade,
Esconde a verdadeira paternidade.
Quanto amor da Humanidade,
Boemia calor humildade.
E a população e a liberdade.
Somos assim com as possibilidades,
Em viver pela eternidade,
Cheios de razões e de novidade.
O calor que aperta expande,
No momento da felicidade,
A fuga da ingenuidade,
Em gemidos sem vaidade.
Dá noite à rimar sem a irmandade,
O segredo da eterna passividade,
Que o tempo com capacidade,
Esconde a verdadeira paternidade.
Quanto amor da Humanidade,
Boemia calor humildade.
E a população e a liberdade.
Somos assim com as possibilidades,
Em viver pela eternidade,
Cheios de razões e de novidade.
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