domingo, 24 de julho de 2011

Na Morte da Paz

Na morte da Paz

O que houve com nossa paz?

Faltando assim cansa não traz,

Imagem minha de ser capaz,

Em tornar-me nobre e audaz.



Vejo a bela flor sem cor,

E o sol que brilha sem calor,

Será à vida que sempre pouca,

Tão louca, me deixou dormindo de toca.



Órfão da própria morte que não me quis,

Por ver partir o momento no tempo fiz,

Verso que hoje se faz pra um agora feliz.



E a tranqüila vida torna-se incapaz,

De resolve os problemas de mais um bom rapaz.

Sigo então morrendo com a falta que você faz.


Kiko Pardini Kiko Pardini (discussão) 06h44min de 24 de julho de 2011 (UTC)

sábado, 16 de julho de 2011

Viver de Verdade

Viver de verdade.

O calor que aperta expande,

No momento da felicidade,

A fuga da ingenuidade,

Em gemidos sem vaidade.



Dá noite à rimar sem a irmandade,

O segredo da eterna passividade,

Que o tempo com capacidade,

Esconde a verdadeira paternidade.



Quanto amor da Humanidade,

Boemia calor humildade.

E a população e a liberdade.



Somos assim com as possibilidades,

Em viver pela eternidade,

Cheios de razões e de novidade.